Pcstudiomaster

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muitos comandos para usar no (Menu iniciar > executar)

Publicado por pcstudiomaster em Março 24, 2009


Opções Regionais e de Idioma – comando intl.cpl

Configuração do Som – comando sndvol32

Opções de Energia – comando powercfg.cpl

Adicionar e Remover Programas – comando appwiz.cpl

Propriedades de Vídeo – comando desk.cpl

Firewall – comando firewall.cpl

Propriedades da Internet – comando inetcpl.cpl

Propriedades do Mouse – comando main.cpl

Propriedades de áudio – comando mmsys.cpl

Conexões de Rede – comando ncpa.cpl

Assistente de configurações de rede – comando netsetup.cpl

Contas de usuário – comando nusrmgr.cpl

Propriedades do Sistema – comando sysdm.cpl

Central de segurança – comando wscui.cpl

Relógio – comando timedate.cpl

Opções de Acessibilidade – comando access.cpl

Gerenciador de Dispositivos – comando devmgmt.msc

Gerenciador de Discos – comando diskmgmt.msc

Configurações Locais de Segurança – comando digite secpol.msc

Gerenciador do Computador – comando compmgmt.msc

Desfragmentador de Discos – comando dfrg.msc

Visualizador de Eventos – comando eventvwr.msc

Desempenho – comando perfmon.msc

Usuários e Grupos Locais – comando lusrmgr.msc

Editor de caracteres – comando eudcedit.exe

Ferramenta de Diagnostico – comando dxdiag

Utilitário de Configuração do Sistema – comando msconfig

Editor de registro do Windows – comando regedit

Diretivas de Grupo – comando gpedit.msc

Serviços – comando services.msc

Prompt de comando – comando cmd

Atualizações Automaticas – comando wuaucpl.cpl

Assistente para Configuração de Rede – comando netsetup.cpl

Editor de Configuração do Sistema – comando sysedit

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Problema na photosmart c4480 (Resolvido)

Publicado por pcstudiomaster em Março 12, 2009

Adquiri uma HP photosmart c4480 que possui respectivamente os cartuchos 74 e 75, até ai tudo bem, até a hora que precisei recarregar pois ela indicava que os cartuchos estavam vazios (quando ela avisa isso se recusa a imprimir qualquer coisa), recarreguei os dois e coloquei nela, como nao achei em lugar nenhum um procedimento para Resetá-los estava na esperança (afinal ela é a ultima que morre ) de que funcionasse, pois é nao funcionou ai pesquizando em alguns foruns vi que esses cartuchos não resetam e sim é a propria impressora que tem de ser resetada.

Bem vamos ao procedimento de reseta-la:

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Script ubuntu perfeito (muito bom mesmo)

Publicado por pcstudiomaster em Fevereiro 6, 2009

Ótimo script para deixar o ubuntu com todas as funções em ordem (codecs, flash player e muito mais).

Visitem o site do criador e deêm uma olhada.

Abraços.

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Speed dial do Opera customizado

Publicado por pcstudiomaster em Fevereiro 6, 2009

É uma duvida básica mas alguns não sabem como fazer corretamente, bem devem saber que só funciona a partir da versão 9.50 ok?
Então vamos lá : Leia o resto deste post »

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traffic shaping (como burlar essa pratica)

Publicado por pcstudiomaster em Janeiro 24, 2009

Não chega a ser um segredo de Estado que provedores de banda larga utilizam técnicas para moldar o tráfego online gerado por seus usuários. É uma maneira de impedir que um pequeno grupo de heavy users consuma tanta banda que torne a experiência em geral insatisfatória para a grande maioria.

A desculpa oficial dos bastidores do mercado tem nome: traffic shaping. Certos protocolos ou programas são bloqueados ou têm velocidade de acesso à internet reduzida como forma de não consumir banda demais. Não chega a ser uma surpresa constatar que redes P2P e torrent estão entre os mais atingidos pelo traffic shaping.

Mas muitos usuários no brasil não conhecem uma técnica para burlar isso, (Mas de uma forma legal) com uso de um “atravessador”, não encontrei outra palavra.

Um site muito conhecido por nós  o imageshak está com um serviço de baixar com o próprio servidor deles, e depois pode repassar para você que tem uma ID baixa no mudo  dos torrents, o link é muito estável.

Enfim, só recomendo que testem e aproveitem.

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Recuperando Cd’s / Dvd’s Riscados !

Publicado por pcstudiomaster em Janeiro 10, 2009


Video tutorial, mostrando o passo-a-passo de como deixar seu CD ou DVD sem riscos, usando uma banana e um limpa vidros.

Hospedagem: Rapidshare
Tamanho: 23 MB

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Dicas do regedit (editor de registros do windows)

Publicado por pcstudiomaster em Janeiro 7, 2009


Coletania De 8 Apostilas Achadas Na Internet Contem Tutoriais com imagens e Textos De Como almentar a velocidade do computador , Almentar A Velocidade Da Internet , Fazendo O Windows XP Inicializar mais rapido e etc. Tudo Para deixar Internet E PC Mais Rapidos.

Nº de páginas:8 apostilas
Tamanho:2,57mb
Formato:Rar
Idioma:Portugues

Easy-share:Download

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Métodos de Proteção da Rede Wireless

Publicado por pcstudiomaster em Janeiro 4, 2009

Excelente apostila, Métodos de Proteção da Rede Wireless, veja abaixo o conteúdo:

  • Protocolos Utilizados
  • Riscos e Vulnerabilidades
  • Segurança Física
  • Configurações de Fábrica
  • Localização de Pontos de Acesso

E Muito Mais…..

  • Tamanho: 1.3 MB
  • Hospedagem: Easy-Share

Download

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Qual a diferença entre discos rígidos SATA e IDE?

Publicado por pcstudiomaster em Dezembro 14, 2008

Quando vamos comprar um disco rígido novo, fica aquela dúvida: escolher o SATA ou o IDE? Abaixo, explicações práticas para os dois tipos. Mas antes, precisamos saber o que é ATA.

ATA é Advanced Technology Attachment, um padrão para interligar dispositivos de armazenamento, como discos rígidos e drives de CD-ROMs, no interior de computadores pessoais.

IDE (Parallel ATA) – Cabo mais largo (40 ou 80 fios paralelos). Também é chamado de PATA, pois transmite dados de forma paralela, por isso a letra P no início.

SATA – (Serial ATA) – Cabo menor e transmite dados em série, por isso a letra S no início. Utiliza 2 fios para transmissão, dois para recepção e mais três fios terra, totalizando 7 fios. Sua velocidade de transmissão é um pouco mais rápida que o IDE mas a diferença é pequena.

Então, se ficar em dúvida, escolha um SATA. Ele também ocupa menos espaço dentro do gabinete e custa um pouco menos que o IDE. Mas não esqueça de ver se sua placa mãe tem slot para poder conectar.

Fonte: Wikipédia | Clube do Hardware

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Um pouco de lógica de programação

Publicado por pcstudiomaster em Novembro 18, 2008

No começo, programar um microprocessador para executar uma determinada tarefa não era uma das coisas mais fáceis que existiam. O programador estava preso a utilizar-se da Linguagem de Máquina, que era a programação diretamente em binário ou em hexadecimal. Guardar o que cada código, ou seja, cada número binário ou seu equivalente em hexadecimal significava para o microprocessador, não era fácil. Logo foi criada a primeira linguagem de programação, a linguagem Assembly. Na linguagem assembly, cada código que possui um significado especial para o microprocessador – que é chamado de instrução – recebe um nome, chamado genericamente de Mnemônico. É muito mais fácil de se memorizar um nome do que um código qualquer, além de ser muito mais fácil de se programar por nomes.

Por exemplo, uma comparação típica (você não precisa ainda saber o que exatamente significa tudo isto, o objetivo aqui é a comparação):

Microprocessador 8086

Ling. de máquina Assembly
B0 FF MOV AL, 0FFh
A2 00 20 MOV [2000h], AL

Microprocessador 6800

Ling. de máquina Assembly
86 FF LDA A, # FF
97 00 20 STA A, 00

Microprocessador 6502

Ling. de máquina Assembly
A9 FF LDA # FF
8D 00 20 STA 00

O que significa isto tudo e qual o nosso objetivo com isto ? Todos os três programas para os três microprocessadores apresentados executam a mesma tarefa: colocar o valor 255 na posição de memória 2000h. Você deve ter reparado duas coisas. A primeira, o assunto que nós estávamos discutindo: é muito mais fácil programar em assembly do que em linguagem de máquina (é muito mais fácil você guardar MOV AL do que B0, por exemplo). A segunda, que para cada microprocessador possuímos um conjunto de instruções próprio. Ou seja, não há qualquer correlação entre as instruções dos diversos tipos de microprocessadores existentes no mercado. O que estipulará uma família de microprocessadores será justamente a existência de uma similaridade no conjunto de instruções dos microprocessadores que constituam uma família.

Por assim dizer, um 8086, um 8088, um 80286, um 80386 etc. constituem uma família de microprocessadores por possuírem instruções similares. Quem sabe programar em assembly em um 8086 saberá programar em um 80286, salvo, é claro, as instruções adicionais que cada microprocessador possuirá e que não será muito difícil aprender. Esta família de microprocessadores é chamada Intel Iapx86, 80×86 ou simplesmente Intel e é a família de microprocessadores que está presente no padrão IBM PC de microcomputadores. Outros microprocessadores como o 6800, o 68000, 68020, etc. constituem uma outra família de microprocessadores, por possuírem instruções similares entre si, porém completamente diferentes da família Intel. Esta outra família é chamada 680×0 ou simplesmente Motorola e é a família de microprocessadores que está presente em microcomputadores como o MacIntosh, o Amiga e estações de computação gráfica.

Porém devemos lembrar que mesmo sendo o Assembly uma linguagem de baixo nível, o microprocessador não a entende – ele entende somente linguagem de máquina. O microprocessador não sabe o que é MOV AL, o mnemônico para a instrução B0. Ele entende somente números, e portanto só sabe interpretar B0. Esta conversão pode ser feita basicamente de duas maneiras: ou “na mão” mesmo, utilizando-se a tabela de instruções fornecida pelo fabricante ou utilizando-se de um programa para tal. Este programa é chamado genericamente de Assembler, ou seja, montador. O Assembler lê um programa lido em Assembly e converte-o para linguagem de máquina. Entenda que não há qualquer tipo de tradução indireta: a linguagem Assembly é apenas os opcodes (números que representam instruções específicas) com um rótulo particular, chamado, como vimos, mnemônico.

Linguagens de Alto Nível

Em um microcomputador você necessita de recursos muito mais avançados do que a linguagem de máquina e o assembly – consideradas como linguagem de baixo nível pois trabalham intimamente com o microprocessador – podem oferecer. Assim surge um outro grupo de linguagens, as chamadas linguagens de alto nível. As linguagens de alto nível não estão tão íntimas do microprocessador, mas em compensação oferecem comandos, que são conjuntos de uma ou mais instruções, capazes de executar uma tarefa completa. Como exemplos de linguagens de alto nível, podemos citar BASIC, FORTRAN, Pascal e C, sendo esta última considerada uma linguagem de “médio nível”, por permitir tanto a programação em baixo nível como em alto nível. Mesmo sendo executadas em computadores – e conseqüentemente em microprocessadores – diferentes, as linguagens permanecem inalteradas. Isto porque você não estará programando o microprocessador diretamente: a linguagem será um programa sendo executado sobre o microprocessador.

Logo, a linguagem de alto nível se encarregará de traduzir os comandos de seu programa em alto nível – que o microprocessador não conhece – para um programa de baixo nível – que o seu microprocessador conhece. Assim, temos a mesma linguagem de programação de alto nível para vários computadores diferentes, porém a maneira com que eles irão conversar com o microprocessador será diferente. E o mais importante: isto será transparente para o programador. Assim, um programa escrito em Turbo Pascal no Apple II será idêntico a um programa escrito em Turbo Pascal no IBM PC, salvo – é claro – alguns comandos que poderão existir ou não em virtude da exploração do máximo da potencialidade do computador, recursos que poderão existir em um computador porém em outro não, permanecendo a estrutura básica inalterada.

Dentro das próprias linguagens de alto nível existem linguagens “melhores” ou “piores” em termos de recursos e estruturação. Por exemplo o BASIC não é tão bem estruturado como o Pascal e nem tão rígido em suas declarações, também. Mas já vimos que o BASIC era uma linguagem que foi adotada como “padrão” nos primórdios da micro- informática, pois os fabricantes colocavam esta linguagem em forma residente em seus microcomputadores. Assim a linguagem BASIC tornou-se a linguagem de programação mais popular existente até hoje.

Mas mesmo sendo popular, o próprio BASIC difere-se de um microcomputador para o outro, dependendo, principalmente, do fabricante da linguagem (já que a linguagem será um programa sendo executado, como vimos) e do microprocessador que estava sendo utilizado. Por exemplo o AppleSoft Basic (Apple II) difere-se totalmente do GWBasic (CP/M, MSX e IBM PC). Apesar da estrutura ser basicamente igual, certos comandos são simplesmente criados ou então excluídos em virtude das capacidades principalmente de Hardware e do próprio microprocessador do microcomputador.

Voltando à questão de existirem linguagens de alto nível com “maior nível” do que outras, peguemos o exemplo do BASIC vs. Pascal vs. C. Se quiséssemos limpar a tela do computador e escrever no canto superior esquerdo da tela a frase “Oi, tudo bem ?”. Teríamos:

GWBasic AppleSoft Basic

10 CLS                                                                             10 HOME

20 PRINT “Oi, tudo bem ?”                                             20 PRINT “Oi, tudo bem ?”

Comentários: CLS / HOME – Limpam a tela
PRINT – Imprime a mensagem entre aspas

Turbo Pascal

PROGRAM ESCREVE;

USES
CRT;

BEGIN
CLRSCR;
WRITE (‘Oi, tudo bem ?’);
END.

Comentários: USES CRT – Torna a tela disponível para uso

CLRSCR – Limpa a tela

WRITE – Imprime a mensagem entre apóstrofes

C

# include “stdio.h”
# include “conio.h”

void main ()
{
clrscr();
printf(“Oi, tudo bem ?”);
}

Comentários: INCLUDE – Incluem módulos, neste caso para utilização da tela

CLRSCR – Limpa a tela

PRINTF – Imprime a mensagem entre aspas

Nota-se claramente que tanto o Pascal quanto o C possuem uma estrutura muito mais rígida do que o BASIC, tornando o programa final muito melhor de ser lido por pessoas que não fizeram parte do processo de criação do mesmo – no BASIC, que não possui uma estrutura tão rígida, geralmente demora-se muito mais tempo até entendermos o funcionamento de um programa escrito por outra pessoa. Linguagens como Pascal e C são consideradas, portanto, linguagens estruturadas, por necessitarem de uma estrutura rígida de programação.

Mas como o computador entende os comandos programados ? Isto vai depender da forma que o microcomputador vai “encarar” a linguagem. Quando, por exemplo, a linguagem vem residente, como no caso do BASIC dos microcomputadores mais antigos, o microcomputador passa a dispor de um interpretador sendo esta linguagem considerada uma linguagem interpretada. Nas linguagens interpretadas, o interpretador faz com que o microprocessador “entenda” a linguagem como se fosse uma coisa “normal”, ou seja, algo que já fizesse parte do microcomputador como um todo. Neste caso, a cada comando entrado, a linguagem (que é um programa, como já vimos) irá pegar o comando de alto nível, interpretá-lo e, caso tenha sido entrado com a sintaxe correta, será executado convertendo-o em um conjunto de instruções equivalentes em linguagem de máquina para que o microprocessador possa executar o que o programador deseje. Mas caso nós não tenhamos um interpretador, devemos nos utilizar de um compilador e neste caso a linguagem passa a ser considerada linguagem compilada. Nas linguagens compiladas, o compilador “converte” a linguagem de alto nível – que o microprocessador não entende – em linguagem de baixo nível. Um programa executado em linguagem compilada é muito mais rápido, pois está na verdade sendo executado integralmente em baixo nível, o que não acontece na linguagem interpretada. Em compensação durante o processo de criação e edição do programa toda vez que quisermos testar o programa deveremos compilá-lo antes, o que pode demorar um pouco – o que não acontece com as linguagens interpretadas, aonde o programa é executado na hora.

Fonte: Brasil Escola

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